Linha Circular

👉 O Plano

👉 A linha circular

👉 As novas estações

👉 Custo

👉 Detalhes após a conclusão

O Plano

O plano de expansão do Metropolitano de Lisboa contempla 3 etapas distintas:

  • Ligação da estação Rato à estação Cais do Sodré
  • Remodelação da estação Cais do Sodré
  • Construção de novos viadutos na zona do Campo Grande

Ligação da estação Rato à estação Cais do Sodré


Créditos: Metropolitano de Lisboa

Como ponto principal do plano de expansão, será feita a ligação da estação Rato, na Linha Amarela, à estação Cais do Sodré, na Linha Verde, acrescentando duas novas estações intermédias à rede: Estrela e Santos. Este novo troço, com cerca de 1,9 km, irá permitir uma melhoria substancial da acessibilidade e conectividade entre os vários meios de transporte da zona nuclear da Área Metropolitana de Lisboa, reduzindo os tempos de viagem dos passageiros.

Construção de novos viadutos na zona do Campo Grande


Créditos: Metropolitano de Lisboa

Serão construídos, na zona poente da estação Campo Grande, dois novos viadutos, um permitindo a ligação direta entre as estações Alvalade e Cidade Universitária, com cerca de 158 metros, e outro ligando as estações Quinta das Conchas e Telheiras, com cerca de 428 metros.

Remodelação da estação Cais do Sodré


Créditos: Metropolitano de Lisboa

A estação Cais do Sodré passará a dispor de um novo átrio poente, o qual irá garantir o acesso exterior para a zona do Mercado da Rebeira e às plataformas da estação ferroviária do Cais do Sodré.


A linha circular


Créditos: Metropolitano de Lisboa

A Linha Verde passará a constituir o anel central do sistema do Metropolitano de Lisboa, com a Linha Amarela a tomar um novo percurso, ligando Odivelas a Telheiras. Tanto a Linha Azul como a Linha Vermelha não sofrerão qualquer alteração. De acordo com o Metropolitano de Lisboa e o Ministério do Ambiente e da Ação Climática, a nova linha circular vai permitir aumentar a oferta de transporte em Lisboa, removendo a necessidade de transbordos em certos percursos e ligando diretamente a Linha de Cascais e os serviços fluviais do Cais do Sodré a todo o eixo central da cidade e às linhas de Sintra, Azambuja, Setúbal e vários regionais com paragem na estação ferroviária de Entrecampos.

De acordo com os estudos realizados, a criação de uma linha circular será a solução técnico-económica e ambiental mais favorável, potenciando a utilização dos serviços ferroviários e fluviais da cidade e reduzindo a utilização quer do transporte individual quer de transportes coletivos rodoviários. Estima-se que no primeiro ano de exploração cerca de 3380 pessoas deixem de utilizar transporte individual diariamente, o que significa uma redução de emissão de CO2 em 4150 toneladas.


Créditos: Câmara Municipal de Lisboa / TIS

Os resultados obtidos no estudo de tráfego que serviu de fundamento ao projeto da linha circular indicam que a ligação entre as estações Rato e Cais do Sodré permitirão o maior potencial de captação de passageiros para a rede do Metropolitano de Lisboa, atingindo um acréscimo potencial de 3,1 milhões de passageiros por ano. O anel criado irá assegurar frequências de comboios elevadas, contanto com uma exploração autonomizada em relação às demais linhas.


Créditos: Câmara Municipal de Lisboa / TIS

A necessidade de densificar a rede do Metropolitano de Lisboa no centro da cidade, onde o movimento de passageiros é constante ao longo do dia, ditou que fosse seguida esta opção em prejuízo do alargamento para a periferia, onde o movimento de passageiros é fortemente pendular. Esta expansão é assim justificada, nesta sua primeira fase, nas zonas congestionadas e de elevada poluição, onde exista pouco espaço público disponível e onde o número de possíveis passageiros se mantenha significativo ao longo do dia.


As novas estações

Estação Estrela


Créditos: Metropolitano de Lisboa

A futura estação Estrela ficará localizada no cimo da Calçada da Estrela, tendo o seu único ponto de acesso no interior do antigo Hospital Militar, próximo da extremidade sul do Jardim da Estrela. Devido à sua profundidade, esta contará com 6 elevadores de alta capacidade e dois conjuntos de escadas mecânicas por nível, permitindo assim um acesso rápido e confortável entre o átrio e as plataformas.

Mantenha-se atualizado com os pontos de situação das obras da estação Estrela.

Estação Santos


Créditos: Metropolitano de Lisboa

A futura estação Santos ficará localizada na zona poente do quarteirão definido pela Avenida D. Carlos I, Rua das Francesinhas, Rua dos Industriais e Travessa do Pasteleiro. Contará com acessos na Travessa do Pasteleiro e na Avenida D. Carlos I, no gaveto com o Largo da Esperança e integrando o elevador dos bombeiros. Existirá também um acesso ao Bairro da Madragoa por elevador.


Custo

210,2 milhões de euros
Fundo Ambiental: 127,2 milhões de euros
Fundo de Coesão / POSEUR: 83 milhões de euros


Detalhes após a conclusão

Estações: 58 (6 delas duplas)
Extensão da rede: 46,5 km
Linhas: 4
Carruagens: 375

Mantenha-se atualizado com as notícias do Metropolitano de Lisboa referentes à linha circular.